As características da pessoa
Ao examinarmos a noção de pessoa que está nelas combinadas diversas características do ser humano que o tornam num valorizada. Por isso, a pessoa como sujeito moral fundamental-se acima de tudo pela sua singularidade, unidade, interioridade, autonomia, abertura e projeto.
Unidade: ainda seja constituída de partes diversificadas que a pessoa, isto é, corpo e alma, matéria e espírito, ela é uma totalidade, porquanto as diversas partes que formam um todo coeso, uma unidade psicológico e moral.
Singularidade: verifica-se no Homem na medida em que é ser vivo uno, indivisível, irrepetível, insubstituível, isto é, destacado-se aqui que não existirá de ser pessoa não poderá existir uma outra pessoa com características semelhantes às mesmas, residindo a possibilidade de uma pessoa
Interioridade: Interioridade: no ser humano subsiste um espaço de reserva e de
Autonomia:Autonomia: a pessoa tem dentro de si o centro de decisão e ação
Abertura: quando o ser humano nasce, percebe a necessidade do outro, ele revela-se um ser para o outro, torna-se pessoa na sua relação com os outros e com a natureza. Esta dimensão é assegurada pela comunicação.
Projecto: não se nasce com a dimensão de pessoa acabada, ela vai se elaborando por si próprio de modo a tornar-se tal. O vir a ser é balcão pelo seu ser animador, ou seja, ser pessoa é uma das faculdades
RESUMINDO
• A afirmação de que a pessoa é um moral assenta-se no assunto facto de que o seu ser, diferentemente dos outros animais não é pré-determinado. O Homem, enquanto pessoa, é um ser que se auto-constrói historicamente; estabelecer relações com o mundo de forma consciente e é chamado a avaliar a dimensão moral dos seus atos.
• Como principais características da pessoa são: unidade, singularidade, interioridade, autonomia, abertura e projeto. Kant, ao encarar o Homem como fim em si mesmo que nunca pode ser usado como coisa, instrumento ou meio, oferece-nos razões para que se reconheça a apresentação humanos.

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